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> <channel><title>Portal Baixada On &#187; História da Baixada</title> <atom:link href="http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/historia-da-baixada/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://portal.baixadaon.com.br</link> <description>A Baixada na Internet</description> <lastBuildDate>Sat, 19 May 2012 22:10:48 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.2</generator> <xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /> <item><title>História de Queimados &#8211; RJ</title><link>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/queimados/historia-de-queimados-rj/</link> <comments>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/queimados/historia-de-queimados-rj/#comments</comments> <pubDate>Sun, 26 Jun 2011 04:31:51 +0000</pubDate> <dc:creator>Erika</dc:creator> <category><![CDATA[História da Baixada]]></category> <category><![CDATA[Queimados]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://portal.baixadaon.com.br/?p=1490</guid> <description><![CDATA[A colonização e ocupação das terras que hoje compõem o município de Queimados, confunde-se com a história das terras de Iguassú, ambos possuem as mesmas identidades culturais que de acordo com Antonio Isaías da Costa Abreu em &#8220;Municípios e Topônimos Fluminenses, em Histórico e Memória&#8221; nos diz que &#8220;seus habitantes, desde os primórdios da colonização, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>A colonização e ocupação das terras que hoje compõem o município de Queimados, confunde-se com a história das terras de Iguassú, ambos possuem as mesmas identidades culturais que de acordo com Antonio Isaías da Costa Abreu em &#8220;Municípios e Topônimos Fluminenses, em Histórico e Memória&#8221; nos diz que &#8220;seus habitantes, desde os primórdios da colonização, se acham intimamente ligados pelos hábitos e envoltos por iguais sentimentos de regionalidade, crença e labor&#8221;.Ainda é Antonio Isaias da Costa Abreu que nos diz: &#8220;o abandono por parte do donatário Martim Afonso de Souza da área que passou a constituir a Capitania do Rio de Janeiro. Ainda no século XVII, João de Moura Fogaça, Ouvidor e Alcaide da Capitania de São Vicente, bem como procurador da condessa de Vimieiro, dona Mariana de Souza Guerra, concedeu a Jerônimo Pires e a Bernardino Machado uma sesmaria de 2 léguas, na cabeceira da dos padres da Cia de Jesus &#8211; Fazenda Santa Cruz&#8221;. Com o falecimento de Bernardino Machado, indo à praça o seu quinhão, é este arrematado por João Alves Pereira, o qual adquiriu, posteriormente, de Manuel Velho e sua mulher, dona Maria Azevedo, sucessores de Jerônimo Pires, o restante da mencionada sesmaria. A parte que coube a dona Brites Lemos, por doação de seu pai, João Alves Pereira, por sucessão, passou ao neto deste, de igual nome, casado com dona Paula de Gallegos, dela se desfazendo o casal em 1667, por transação com Martins Corrêa Vasqueanes. Com o falecimento deste, um dos seus credores, José Barreto de Faria, para garantir o seu crédito, teve que valer-se da via judicial contra o espólio, cujos bens, levados à praça, foram arrematados pelo capitão Manoel Barbosa Lima, que procurou cedê-los a Martim Corrêa Vasqueanes, governador interino da Capitania do Rio de Janeiro, na ausência do efetivo governador, capitão general Artur de Sá e Menezes, que se ausentara do cargo por motivo de viagem. Ao retornar, recebeu o governador e sua mulher, dona Guiomar de Brito, em 08 de setembro de 1702, por doação que lhe fizera Martins Corrêa Vasqueanes, uma área de 800 braças em quadro. Com a morte do donatário, ficou senhor dos bens o marquês de Abrantes, em virtude de haver sido instituído pelo &#8220;de cujus&#8221; &#8220;seu herdeiro universal. Em 13 de julho de 1720, são todas essas terras alienadas ao capitão-mor Manoel Pereira Ramos e à sua mulher, dona Helena de Andrade Souto Maior Rendon, havendo o casal mandado erigir a capela sob a invocação de N. S. da Conceição, embora concluída em 1737, somente vinte e dois anos mais tarde alcançou a perpetuidade. Assim detentora de vasto patrimônio rural, procurou dona Helena, após a morte do marido, instituir com os seus filhos, em 06 de janeiro de 1772, o &#8220;Morgado de Marapicu&#8221;, o qual foi confirmado pelo Alvará de 04 de Janeiro de 1774. Anos mais tarde, as terras do Morgado vieram a ser adquiridas pelo Conde Modesto Leal, tendo este, por sua vez, as transmitido à Sociedade Anônima Normandie, que procurou loteá-las&#8221;.</p><p>Queimados tem um Distrito e este tem sua origem na Freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Marapicu, confirmada por Alvará de 4 de Fevereiro de 1759. Era de propriedade do Conde de Aljesur, que foi posteriormente vendida à família Guinle, conservando as 200 braças de terra ao seu redor, como propriedade da Paróquia e Antonio Abreu ainda nos diz: &#8220;onde nasceu o povoado que era centro de transações comerciais dos produtos das plantações das fazendas circunvizinhas, provavelmente surgindo uma feira. Ergueu-se um arraial, com população migrada de outras regiões, fenômeno que era comum na história dos povoamentos do Brasil colonial, ou seja, a formação de aglomerados humanos ao redor de um ponto de referência comercial e fonte de trabalho. A capela que fora erigida pelo casal Manuel Pereira Ramos e sua mulher, dona Helena de Andrade Souto Maior Rendon, que dera ascensão à Freguesia, constituiu o ponto de partida para o crescimento e desenvolvimento de Queimados.</p><p>A Professor Jaíra de Magalhães Rubez Primo na obra &#8220;Queimados, quem sou eu&#8221; acrescenta afirmando: &#8220;em 1832 foi construída a igrejinha e, em 1833, já correspondia a um Distrito Eclesiástico, que era subordinado à Câmara da Cidade do Rio de Janeiro, representado por um Intendente que ficava na Vila de Iguassú.</p><p>Até 1911, Marapicu era sede do Distrito, foi então transferida para Queimados pela Lei nº 1.008, graças ao seu desenvolvimento alcançado, assim permanecendo até 18 de novembro de 1919, quando a Lei nº 1634 procurou restabelecer a sede em Marapicu. Entretanto, um lustro mais tarde, a Lei nº 1799, editada em 8 de janeiro de 1924, não somente transfere, em definitivo, a sede para a localidade de Queimados, como também lhe empresta o nome.</p><p>Após várias lutas, o processo de Emancipação de Queimados sai vitorioso em plebiscito de 25 de Novembro de 1990, que é transformado em Lei nº 1.773 de 21 de dezembro de 1990, desmembrando-se assim do Município de Nova Iguaçu. Sua primeira eleição ocorreu em 03 de Outubro de 1992 dando posse ao Primeiro Prefeito Dr. Jorge César Pereira da Cunha em 1º de Janeiro de 1993.</p><p>Possui uma área de 75 km2, com uma altitude de 29,74 m acima do nível do mar e onde estão situados 115 bairros, compondo-se de zona urbana e rural com uma população em torno de 150.000 habitantes.</p><p>Com área disponível às margens da via Dutra e com grandes mananciais de água potável de qualidade tem atraído um conjunto de indústrias do setor de bebidas como a Cervejaria Kaiser, a Pepsi e Coca-Cola. Outras indústrias também estão estabelecendo-se na região. Como conseqüência criou-se uma lei de incentivo ao estabelecimento de indústrias com um &#8220;Pólo Industrial&#8221;, o que tem dado melhores condições de planejamento urbano.</p><p>A agricultura e a pecuária são prósperas. Os solos férteis facilitaram a criação de um cinturão verde que produz cana-de-açúcar, hortigranjeiros e frutas (laranja, a banana e o coco), a mandioca, o milho e outros de menor importância. A pecuária está centrada no gado leiteiro, ovinos, suínos, asininos, muares, bufalinos e outros animais.</p><p>Queimados é um dos promissores municípios da Baixada.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><em>Fonte: Ache tudo e região</em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/queimados/historia-de-queimados-rj/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>História de Paracambi &#8211; Rj</title><link>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/paracambi/historia-de-paracambi-rj/</link> <comments>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/paracambi/historia-de-paracambi-rj/#comments</comments> <pubDate>Sun, 26 Jun 2011 04:29:58 +0000</pubDate> <dc:creator>Erika</dc:creator> <category><![CDATA[História da Baixada]]></category> <category><![CDATA[Paracambi]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://portal.baixadaon.com.br/?p=1488</guid> <description><![CDATA[O início do desbravamento do atual território dos municípios de Itaguaí, Seropédica e Paracambi data de meados do século XVII. Os jesuítas lançaram as bases da futura povoação em terras compreendidas entre os Rios Tinguaçu e Itaguaí, para catequizar os índios da região. Posteriormente, os missionários verificaram que as terras da Fazenda de Santa Cruz, mais [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://portal.baixadaon.com.br/wp-content/uploads/history.png" class="thickbox"><img
class="size-full wp-image-2468 alignleft" title="História" src="http://portal.baixadaon.com.br/wp-content/uploads/history.png" alt="História" width="128" height="128" /></a>O início do desbravamento do atual território dos municípios de Itaguaí, Seropédica e Paracambi data de meados do século XVII. Os jesuítas lançaram as bases da futura<br
/> povoação em terras compreendidas entre os Rios Tinguaçu e Itaguaí, para catequizar os índios da região. Posteriormente, os missionários verificaram que as terras da Fazenda de Santa Cruz, mais próximas do mar, melhor se prestavam para aldeamento, para lá se transferindo com os índios, onde erigiram templo dedicado a São Francisco Xavier, inaugurado em 1729. Após a expulSão dos inacianos, surge a freguesia de São Pedro e São Paulo, gerando uma recuperação econômica da Fazenda de Santa Cruz.</p><p>Entretanto, a abertura do “Caminho Novo do Tinguá” por Garcia Rodrigues Paes deu início à ocupação da região, tendo em vista a doação de várias sesmarias às margens do caminho e, posteriormente, sertão adentro.</p><p>Em 1818, a aldeia de Itaguaí foi elevada à categoria de vila, com a denominação de Vila de São Francisco Xavier de Itaguaí, cujo município foi desmembrado de territórios do Rio de Janeiro e de Angra dos Reis.</p><p>Com o tráfego na estrada de Ferro Dom Pedro II, em 1861, alcançou a região acentuado progresso quando ali foram instaladas diversas fábricas, entre elas a de tecidos Companhia Brasil Industrial e uma de dinamites.</p><p>Dotada de terras férteis, a região de Paracambi desfrutou, até 1880, de fortes atividades rurais e comerciais, exportando em grande escala cereais, café, farinha, açúcar e aguardente. Com a abolição da escravatura, houve considerável êxodo dos antigos escravos, ocasionando terrível crise econômica.</p><p>Na segunda década do século XX, foi instalada a Fábrica de Tecidos, inicialmente<br
/> fundada por ingleses e mais tarde adquirida por franceses, quando, na administração do Sr. Dominique Level, é instalado o serviço de abastecimento de água potável, e o rio dos Macacos é drenado.</p><p>O município de Paracambi (que significa “macaco pequeno”) foi emancipado pela Lei n.º 4.426, de 08 de agosto de 1960, formado da união de dois distritos: o 7º de Vassouras, denominado Tairetá, e o 3º de Itaguaí, denominado Paracambi, e instalado em 13 de novembro do mesmo ano. Na verdade, as duas vilas formavam uma só, tendo a dividí-las o Rio dos Macacos, sem, contudo, separá-las socialmente.</p><p>&nbsp;</p><p><em>Fonte: Explore Brasil</em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/paracambi/historia-de-paracambi-rj/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>História de Nilópolis &#8211; Rj</title><link>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/nilopolis/historia-de-nilopolis-rj/</link> <comments>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/nilopolis/historia-de-nilopolis-rj/#comments</comments> <pubDate>Sun, 26 Jun 2011 04:26:39 +0000</pubDate> <dc:creator>Erika</dc:creator> <category><![CDATA[História da Baixada]]></category> <category><![CDATA[Nilópolis]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://portal.baixadaon.com.br/?p=1485</guid> <description><![CDATA[Integra a Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Seu nome foi dado em homenagem ao presidente da república Nilo Peçanha. Localiza-se onde existia a antiga Fazenda São Mateus. Até hoje existe a capela de mesmo nome. O município já foi o menor do Brasil e recebeu presença de imigrantes de origem judaica e notavelmente imigrantes de origem [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://portal.baixadaon.com.br/wp-content/uploads/history.png" class="thickbox"><img
class="size-full wp-image-2468 alignleft" title="História" src="http://portal.baixadaon.com.br/wp-content/uploads/history.png" alt="História" width="128" height="128" /></a>Integra a Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Seu nome foi dado em homenagem ao presidente da república Nilo Peçanha. Localiza-se onde existia a antiga Fazenda São Mateus. Até hoje existe a capela de mesmo nome.</p><p>O município já foi o menor do Brasil e recebeu presença de imigrantes de origem judaica e notavelmente imigrantes de origem sírio-libanesa nas primeiras décadas do século XX.</p><p>A cidade congrega nilopolitanos de várias origens, desde interiorano-fluminenses a nordestinos, ainda há um pequeno cemitério judaico junto à pequena comunidade judaica no bairro de Olinda.</p><p>Suas maiores fontes de renda são o comércio e algumas poucas indústrias. A escola de samba Beija-Flor de Nilópolis, bicampeã do Grupo Especial do carnaval carioca em 2007 e 2008 é a maior expressão da cidade. A mesma sagrou-se também vencedora anteriormente por três vezes consecutivas nos anos de 2003, 2004 e2005, tornando-se a maior vencedora da era Marquês de Sapucaí, ao lado da Imperatriz Leopoldinense. A agremiação é o maior orgulho dos nilopolitanos e é chefiada pela mesma família que detém o poder político na cidade, cujo patriarcado é exercido por Farid Abrahão David, e seu irmão, o bicheiro Anísio Abraão David.</p><p>A cidade possui um único hospital público municipal intitulado Juscelino Kubitschek.</p><p>Nilópolis foi parte integrante da capitania hereditária de São Vicente, que pertenceu a Martim Afonso de Sousa, em 1531, que a dividiu em sesmarias, doando grande parte aBrás Cubas, fundador de Santos, em São Paulo, constando três mil braças por costa do lombo do Salgado e nove mil braças para dentro do rio Meriti, correndo pela piaçaba de Jacutinga, habitada pelos índios jacutingas, em 1568.</p><p>Nessa sesmaria incluía-se Nilópolis, São João de Meriti, Nova Iguaçu e Duque de Caxias, até às fraldas do Gericinó, que depois foram transformadas em novas sesmarias e grandes fazendas.</p><p>Em 1621, a área denominada Fazenda de São Mateus, veio a pertencer a João Alvares Pereira, tendo os limites até a cachoeira dos engenhos de Francisco Dutra e André S. Mateus, entre a data da Cachoeira (rio Pioim), até parte da serra da Maxambomba (atual Nova Iguaçu).</p><p>Em 1637, João Álvares Pereira manda construir a Capela de São Mateus, no alto da colina de Nilópolis, de barro batido  pelos índios aqui existentes, já escravizados.</p><p>Sucedeu a João Álvares Pereira, Diogo Pereira, certamente seu parente, até o ano de 1700, quando as terras passam a pertencer a Domingos Machado Homem, cujo filho o Padre Mateus, casa a irmã Maria Gaga Machado com o capitão Manuel Pimenta Sampaio, em1742.</p><p>Em 1747, a capela de São Mateus é elevada a matriz de São João de Meriti, dando origem à cidade, e recebe a visita do Monsenhor Pizzaro, em 1788, atestando o uso como curada, portanto, pronta para todos os atos da fé cristã.</p><p>Falecendo Domingos Machado Homem, casado com Joana de Barcelos, sucede-lhe o padre Mateus Homem Machado, que continuou a administrá-la com engenhos e grande produção de açúcar e aguardente que escoava no Porto da Pavuna.</p><p>Quando do falecimento do padre Mateus Homem Machado, do seu testamento consta que a fazenda tinha 1280 braças de terra, que fazem testada no rio Pavuna, que as dividia das terras de Oliveira Braga (engenho Nazaré, o atual bairro vizinho de Anchieta), correndo aos fundos com o rio chamado Cachoeira Pequena (Maxambomba), que divide as terras do capitão Manuel Correia Vasques. De uma banda partem as terras com o engenho da Pavuna, do capitão Inácio Rodrigues da Silva e da outra com terras do capitão Manuel Cabral de Melo e do ajudante Inácio Barcelos Machado.</p><p>E, no ano de 1779, seu proprietário é o alferes Ambrósio de Sousa Coutinho. A fazenda atinge seu esplendor com a produção de 30 caixas de açúcar e 14 pipas de aguardente, tendo uma população de 50 escravos sendo a mais importante da região.</p><p>O engenho situava-se na atual rua Antônio José Bittencourt (anteriormente rua Coronel Júlio de Abreu) esquina da rua Lúcio Tavares, e que através de um caminho, dava acesso à capela São Mateus, onde residiam e pernoitavam os sucessivos proprietários da área da então fazenda de São Mateus.</p><p>Com a inauguração a 29 de março de 1858 da linha de trem da E.F.D Pedro II (posteriormente denominada Estrada de Ferro Central do Brasil), cortando a fazenda com destino a Queimados, a população nativa foi abandonando as terras, não só devido ao movimento abolicionista, como também por novas opções de mão-de-obra devido ao progresso e outras novas atividades.</p><p>E as terras da Fazenda São Mateus a partir de 1866, tinham como proprietários os capitalistas do Rio de Janeiro o Conde e o Barão de Bonfim, e por fim, Jerônimo José de Mesquita, que as negociou com o criador de cavalos e mulas, João Alves Mirandela, que tinha como sócio Lázaro de Almeida, conforme escritura lavrada no dia 22 de setembro de1900, no valor de vinte e cinco contos de réis.</p><p>Da escritura consta que além das terras negociadas havia dois barracões e imóvel, que era a capela de São Mateus, e sede da fazenda que limitava-se pelo lado de Maxambomba (atual Nova Iguaçu) com a fazenda da Cachoeira, de propriedade do Barão de Mesquita e com as terras dos herdeiros de Antônio Rocha; pelo lado da Pavuna, com as terras dos herdeiros do capitão Augusto da Costa Barreto e Sebastião Alves de Almeida; pelo lado direito, com o Distrito Federal, com as terras da fazenda de Nazaré (Anchieta) e terras da fazenda do Cabral (do capitão Manuel Cabral).</p><p>João Alves Mirandela e seu irmão Manuel Alves Mirandela, grandes criadores de animais para o Exército, cercaram uma área, junto à cerca da fazenda do Gericinó, até que seu enteado Vitor Ribeiro de Faria Braga, convenceu-o a desmatar a fazenda para um possível loteamento.</p><p>Procedido ao desmatamento o mesmo enteado propôs a João Alves Mirandela que se fizesse uma planta da área, que foi aceito por um documento público, chamando o então engenheiro da Central do Brasil, Teodomiro Gonçalves Ferreira, para executar a planta da cidade que iria surgir das matas da fazenda.</p><p>E, já no final de 1913 os jornais anunciavam lotes medindo 12,50 m. por 50,00 m., em suaves prestações.</p><p>Um destes anúncios chamou a atenção do coronel Júlio de Abreu que veio pessoalmente conhecer a cidade que estava surgindo, e logo enamorou-se, comprando vários lotes e trazendo após, vários importantes amigos, objetivando erguer uma cidade promissora.</p><p>Ele mesmo construiu a primeira casa de pedra e cal, dando o nome de Vila Ema, em homenagem à sua esposa, inaugurando-a festivamente, com as presenças de comerciantes, banqueiros, políticos, homens públicos, ligados ao Rio de Janeiro, no dia 6 de setembro de 1914, marco de fundação da cidade de Nilópolis.</p><p>No mesmo local fundou o bloco do Progresso de São Mateus, depois de Nilópolis, sob sua inspiração e presidência, tendo como presidente de honra, Nilo Peçanha, que aqui esteve duas vezes, com o pensamento voltado para obter os melhoramentos de que uma cidade carece.</p><p>Foi através dele que a cidade teve imediatamente ligação d&#8217;água; ligação de luz e iluminação pública; agência do correio; escolas particulares e públicas; comunicação; horário de trens; pontes ligando ao Rio de Janeiro e Nova Iguaçu; serviço de profilaxia rural; bandas de música e uma grande revista &#8220;Nilópolis&#8221;. Nilópolis, já se chamou parada de São Mateus; parada e estação de Engenheiro Neiva, em homenagem a Lucas Soares Neiva, construtor da parada e plataforma dos trens; e Nilópolis, em homenagem a Nilo Peçanha, a partir de 1° de Janeiro de 1921, grande benfeitor de Nilópolis, numa festividade inesquecível.</p><p>Nilópolis esteve por muito tempo vinculado e fazia parte integrante da vida de São João de Meriti, então quarto distrito de Nova Iguaçu, até que por solicitação do deputado Manuel Reis, pela Lei nº 1332, foi elevado a sétimo distrito de Nova Iguaçu a partir de 1916, com apenas dois anos de existência.</p><p>E seu desenvolvimento foi num crescendo extraordinário, graças ao empenho de sua população laboriosa até que estando em discussão a nova carta constitucional do estado do Rio de Janeiro, o Deputado Lucas de Andrade Figueira propôs uma emenda, promulgada a 20 de junho de 1947, emancipando Nilópolis juntamente com São João de Meriti, e que se comemora a 21 de agosto de cada ano.</p><p>Porém, cometeu-se nesta emancipação uma flagrante injustiça, pois sendo a área de 22 km², que era a mesma da Fazenda de São Mateus, ficou reduzida a apenas 9 km², perdendo 5,60 km² para Gericinó; 5,60 km² para São João de Meriti e 1,80 km² para Nova Iguaçu.</p><p>No plano esportivo, a maior expressão futebolística do município é o Esporte Clube Nova Cidade, segunda agremiação esportiva da Baixada Fluminense a integrar a Primeira Divisão do estado do Rio de Janeiro, entre 1989 e 1990, após sagrar-se campeã estadual da Segunda Divisão, em 1988, e vice da Terceirona em 1986. O time manda os seus jogos no estádio Joaquim de Almeida Flores, que lhe pertence. Atualmente o Nova Cidade disputa a Terceira Divisão Estadual. O outro representante da cidade na mesma divisão é o Nilópolis Futebol Clube.</p><p>&nbsp;</p><p><em>Fonte: Wikipédia</em></p><h2></h2><p>&nbsp;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/nilopolis/historia-de-nilopolis-rj/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>História de Mesquita &#8211; Rj</title><link>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/mesquita/historia-de-mesquita-rj/</link> <comments>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/mesquita/historia-de-mesquita-rj/#comments</comments> <pubDate>Sun, 26 Jun 2011 04:12:53 +0000</pubDate> <dc:creator>Erika</dc:creator> <category><![CDATA[História da Baixada]]></category> <category><![CDATA[Mesquita]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://portal.baixadaon.com.br/?p=1482</guid> <description><![CDATA[Há 500 anos, a cidade de Mesquita era habitada por “jacutingas”, apelido dado aos índios pelos colonizadores. Acredita-se que o nome possivelmente surgiu porque se enfeitavam com penas de jacu branco (um tipo de ave parecida com a galinha e muito comum na região naquela época). A decadência dos jacutingas começou quando passaram a participar, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://portal.baixadaon.com.br/wp-content/uploads/history.png" class="thickbox"><img
class="size-full wp-image-2468 alignleft" title="História" src="http://portal.baixadaon.com.br/wp-content/uploads/history.png" alt="História" width="128" height="128" /></a>Há 500 anos, a cidade de Mesquita era habitada por “jacutingas”, apelido dado aos índios pelos colonizadores. Acredita-se que o nome possivelmente surgiu porque se enfeitavam com penas de jacu branco (um tipo de ave parecida com a galinha e muito comum na região naquela época).</p><p>A decadência dos jacutingas começou quando passaram a participar, junto com outras nações indígenas, de um movimento chamado Confederação de Tamoios. O motivo deste movimento foi a revolta dos índios diante da ação violenta dos portugueses, provocando mortes e escravidão.</p><p>Na língua do Tupinambás “Tamuya” quer dizer “o avô, o mais velho, o mais antigo”, por isso essa Confederação de chefes chamou-se Confederação dos Tamuya, que os portugueses transformaram em Confederação dos Tamoios.</p><p>A guerra entre índios e portugueses, seguida de doenças, contraídas pelo contato com o branco, dizimou centenas de índios, que lutaram para resistir à escravidão. O bairro de Jacutinga é o único em toda a Baixada Fluminense que ainda preserva a memória dos valorosos indígenas.</p><p>Fazendo uma viagem de volta ao tempo descobriremos que nossas terras já foram verdes, laranjas: verde dos canaviais, depois a cor que passou a predominar foi a dos laranjais. Por volta de 1700 um engenho já funcionava na descida da Serra da Cachoeira, produzindo açúcar e aguardente com mão-de-obra escrava.</p><p>O engenho era situado onde hoje temos o Parque Municipal e seu proprietário era o Capitão Manoel Correa Vasques. As terras de Cachoeira passaram por vários donos, até que foram parar nas mãos de Jerônimo José de Mesquita, o primeiro Barão de Mesquita, e, mais tarde, nas mãos de seu herdeiro, Jerônimo Roberto de Mesquita, que viria a ser o segundo Barão de Mesquita.</p><p>Em 1884, quando a Estrada de Ferro chegou às terras, a parada de trem passou a se chamar Barão de Mesquita. Nessa época as fazendas começaram a não dar mais lucros, principalmente por conta da abolição dos escravos, e a fazenda da Cachoeira foi vendida e transformada em chácaras de plantio de laranjas. No início do século XX surgiram as olarias, atraídas pela qualidade do barro e por áreas alagadas da região</p><p>Durante muitos anos a paisagem de Mesquita foi formada por laranjais, olarias e poucas residências. Por volta de 1940 a população atingia cerca de 9.109 mil habitantes, mas a decadência na produção de laranjas provocou a venda das chácaras e começaram a surgir os primeiros loteamentos, entre o pé da Serra e a Estrada de Ferro.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><em>Fonte: Estação Mesquita</em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/mesquita/historia-de-mesquita-rj/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>História de Magé &#8211; Rj</title><link>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/mage/historia-de-mage-rj/</link> <comments>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/mage/historia-de-mage-rj/#comments</comments> <pubDate>Sun, 26 Jun 2011 04:06:16 +0000</pubDate> <dc:creator>Erika</dc:creator> <category><![CDATA[História da Baixada]]></category> <category><![CDATA[Magé]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://portal.baixadaon.com.br/?p=1480</guid> <description><![CDATA[O desbravamento da região de Magé data dos primeiros tempos coloniais do Brasil. Em 1565, após a expulSão dos franceses do Rio de Janeiro, Simão da Mota é agraciado por Mem de Sá com uma sesmaria e edifica sua moradia no Morro da Piedade, próximo do qual, ainda hoje, existe o porto de mesmo nome, a [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://portal.baixadaon.com.br/wp-content/uploads/history.png" class="thickbox"><img
class="size-full wp-image-2468 alignleft" title="História" src="http://portal.baixadaon.com.br/wp-content/uploads/history.png" alt="História" width="128" height="128" /></a>O desbravamento da região de Magé data dos primeiros tempos coloniais do Brasil. Em 1565, após a expulSão dos franceses do Rio de Janeiro, Simão da Mota é agraciado por Mem de Sá com uma sesmaria e edifica sua moradia no Morro da Piedade, próximo do qual, ainda hoje, existe o porto de mesmo nome, a poucos quilômetros da atual sede municipal.</p><p>Alguns anos depois, Simão da Mota, com outros portugueses e inúmeros escravos, transferiu-se para a localidade Magepe-Mirim, de onde se originou a atual cidade de Magé. Na época, viviam na região índios da tribo dos tamoios, dos quais não restam vestígios. A povoação foi elevada à categoria de freguesia em 1696. Próximo dali também desenvolveu-se, a partir de 1643, a localidade de Nossa Senhora da Guia de Pacobaíba, que foi reconhecida como freguesia em 1755.</p><p>Devido ao esforço dos colonizadores e à fertilidade do solo, Magepe-Mirim e Guia de Pacobaíba gozaram de uma situação invejável no período colonial. Tanto numa quanto noutra, o elemento negro, introduzido em grande número, muito contribuiu para o desenvolvimento da agricultura e elevação do nível econômico local. Em 1789, Magé foi elevada à categoria de vila, obtendo, assim, sua emancipação, em 07 de junho de 1789, e instalação, em 12 de junho do mesmo ano, com território constituído de terras desmembradas do município de Santana de Macacu e da cidade do Rio de Janeiro, inclusive as ilhas do arquipélago de Paquetá, na Baía de Guanabara. No ano de 1810, foi a localidade tornada Baronato e no ano seguinte, elevada a Viscondato. Em 1857, foram lhe atribuídos foros de cidade.</p><p>Para que se avalie a importância desse município, durante o Segundo Império foi construída em suas terras a primeira estrada de ferro da América do Sul. Inaugurada em 1854, a Estrada de Ferro Mauá, depois E.F. Príncipe Grão-Pará, ligava as localidades de Guia de Pacobaíba e Fragoso, numa extenSão de 14,5km.</p><p>Com a abolição da escravatura, houve considerável êxodo dos antigos escravos, ocasionando terrível crise econômica. Esse fato, aliado à insalubridade da região, fez com que desaparecessem as grandes plantações, periódicas ou permanentes. O abandono das terras provocou a obstrução dos rios que cortam quase toda a baixada do território municipal, alagando-a. Daí originou-se o grassamento da malária, que reduziu a População local e paralisou por várias décadas o desenvolvimento econômico da região.</p><p>Sua localização privilegiada, próxima a cidades importantes, trouxe novo surto de desenvolvimento, no século XX, com a implantação de várias indústrias, especialmente as têxteis. Em 1992, Guapimirim, então terceiro distrito de Magé, adquire sua autonomia, com redução expressiva do território mageense.</p><p>&nbsp;</p><p><em>Fonte: Explore Brasil</em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/mage/historia-de-mage-rj/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>História de Itaguaí &#8211; Rj</title><link>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/itaguai/historia-de-itaguai-rj/</link> <comments>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/itaguai/historia-de-itaguai-rj/#comments</comments> <pubDate>Sun, 26 Jun 2011 04:03:24 +0000</pubDate> <dc:creator>Erika</dc:creator> <category><![CDATA[História da Baixada]]></category> <category><![CDATA[Itaguaí]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://portal.baixadaon.com.br/?p=1477</guid> <description><![CDATA[O desbravamento do atual território de Itaguaí foi iniciado em meados do século XVII, quando índios da Ilha de Jaguanum (na época denominada Jaguaramenon) se transferiram para a Ilha de Itacuruçá. Da ilha mais tarde atravessaram para o Continente onde se fixaram entre os rios Tinguaçu e Itaguaí. Nesse local chegaram mais tarde os missionários da [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://portal.baixadaon.com.br/wp-content/uploads/history.png" class="thickbox"><img
class="size-full wp-image-2468 alignleft" title="História" src="http://portal.baixadaon.com.br/wp-content/uploads/history.png" alt="História" width="128" height="128" /></a>O desbravamento do atual território de Itaguaí foi iniciado em meados do século XVII, quando índios da Ilha de Jaguanum (na época denominada Jaguaramenon) se transferiram para a Ilha de Itacuruçá. Da ilha mais tarde atravessaram para o Continente onde se fixaram entre os rios Tinguaçu e Itaguaí. Nesse local chegaram mais tarde os missionários da Companhia de Jesus para iniciar sua catequese.</p><p>A origem do nome de Itaguaí seria a junção de duas palavras no vocabulário Tupi: Ita = Pedra, e Guay = lago, ou seja Lago entre Pedras. Outra verSão diz ainda que viria de Tagoahy, que quer dizer Tagoa = Amarela e hy = água, significando &#8220;água amarela&#8221; ou rio de água amarela. Significando a cor amarelada de suas águas, em razão da argila em seu leito, donde viria o nome Itaguaí.<br
/> Confirmando essa última verSão, temos o aldeamento dos jesuítas que chamava-se Taguay devido ao fato de os índios obterem água potável de poços abertos em lugares argilosos (Taguá = barro, Y &#8211; água).</p><p>Essa aldeia foi instalada ao norte do Rio Itaguaí onde existia uma demarcação do rio Piassuguera.</p><p>Foi construída uma igreja nesse aldeamento pelos jesuítas Suas atividades, no entanto, começaram em Junho de 1688.</p><p>Não existem outras informações desse período com exceção de relatos dos viajantes que utilizavam o Caminho de São Paulo. Os jesuítas mudaram-se para a Fazenda Santa Cruz para ficarem mais próximos do oceano. Mudaram-se levando todos os habitantes do arraial.</p><p>Nesse novo local em 1718 foi iniciada a construção do novo templo dedicado a São Francisco Xavier, que foi concluído em 1729. É a mesma igreja que continua sendo a matriz de Itaguaí.</p><p>Com a expulSão dos jesuítas pelo Marquês de Pombal em 1755 a aldeia ficou sem sua escola e perdeu também a organização base do aldeamento que era feita pelos jesuítas, mas o povoado subsistiu.</p><p>Itaguaí passou à categoria de Paróquia em 1795. A atividade econômica de praticamente toda região costeira incluindo Itaguaí eram as plantações de cana-de-açúcar. Suas terras férteis proporcionaram uma vida rural e comercial bastante vigorosa durante todo o século XIX.</p><p>Itaguaí passou a condição de Vila em 5 de Julho de 1818 com o nome de Vila de São Francisco Xavier de Itaguaí. Nesse período ainda lutava para combater um dos problemas que havia existido desde o começo de sua instalação: a febre palustre &#8211; a malária.</p><p>A região que compreendia essa vila compreendia a Freguesia de Marapicu, o Ribeirão das Lajes e a Freguesia de Mangaratiba.</p><p>Consta que na sua ida para São Paulo onde proclamaria a Independência do Brasil em 1822, D. Pedro I pernoitou em Itaguaí, já que esse era o caminho utilizado normalmente para se ir a São Paulo.</p><p>Santa Cruz que pertencia a Itaguaí até 1833 foi então desligada desta cidade e incorporada à cidade do Rio de Janeiro.</p><p>Em Itaguaí havia uma canal onde eram embarcadas mercadorias e produtos para o Rio de Janeiro. Em 1836 esse canal foi alargado e existe até hoje ficando próximo da Estação Ferroviária.</p><p>Nascem em Itaguaí Quintino Bocaiúva &#8211; jornalista e político &#8211; em 1836 e o Barão de Teffé em 1837, militar e geógrafo.</p><p>Em 1844 foi fundada Seropédica cujo nome deriva da sericultura &#8211; criação do bicho da seda. Foi o início da primeira Fábrica de Tecidos de Seda do Brasil, tendo sido distrito de Itaguaí durante muitos anos do qual foi emancipada em 1996.</p><p>Em 1847 foi construído o Chafariz, pequena construção que abrigava uma fonte de água potável e que servia a todos os viajantes de passagem por Itaguaí. O gracioso prédio pertence ao patrimônio histórico da cidade nos dias de hoje.</p><p>Itaguaí ainda abrigou o nascimento de Luiz Norton Barreto Murat em 1865, fundador da 1ª Cadeira da Academia Brasileira de Letras, grande paisagista de sua época. O proprietário rural Antônio Dina Pavão recebeu o título em 1868 de Conde de Itaguaí.</p><p>Em 1870 foi pintado um quadro do Imperador D. Pedro II. Este quadro do qual só existe um outro em Petrópolis no mesmo estilo, se encontra na Câmara de Vereadores de Itaguaí.</p><p>Itaguaí já em 1880 estava ampliando suas atividades agrícolas e exportava seus produtos. Produzia cereais, café, açúcar, farinha e aguardente. Uma das bibliotecas mais antigas do Brasil foi fundada em Itaguaí em 1880. Nela constam livros doados por D. Pedro II e nesse período ela chegou a possuir 2.500 livros.</p><p>O transporte de tração animal fazendo ligação entre Itaguaí e Santa Cruz foi também inaugurado em 1880.</p><p>Como a região era inteiramente dedicada à agricultura e dependente do trabalho escravo, com a abolição da escravatura a cidade sofreu um grande abalo. Como os escravos partiram imediatamente após a assinatura da Lei Áurea, os proprietários perderam suas colheitas, (além de ter perdido o capital investido na compra desses escravos) já que não haviam providenciado colonos para substituir os escravos.</p><p>Consta que Machado de Assis residiu pôr algum tempo na Casa Verde, antiga Fazenda Santa Teresa e que lá escreveu parte de seu romance Dom Casmurro.</p><p>Bidu Sayão, uma das maiores cantoras líricas do país, nasceu em Itaguaí em 1902.<br
/> Em 1910 foi construída a Estação Ferroviária de Itaguaí. Conta um morador antigo que os usuários da &#8220;Maria Fumaça&#8221; fechavam suas janelas ao passar por Itaguaí com medo da malária que ainda ocorria em surtos na região.</p><p>Já em 1938 começou a ser construída a Universidade Rural do Rio de Janeiro em Seropédica utilizando um dos prédios da antiga Fábrica de Seda.</p><p>Em 1939 chegavam a Itaguaí os primeiros imigrantes japoneses. Eles deixavam o estado de São Paulo vindo se instalar em Itaguaí e com seu trabalho e conhecimento da agricultura incrementaram a lavoura nesse território contribuindo para o saneamento das Áreas agrícolas.</p><p>Após a guerra, em 1946, chegaram novos imigrantes a Itaguaí. Em 1947 foi construída a Câmara de Vereadores de Itaguaí.</p><p>A cidade progrediu a partir dos anos 60 tornando-se um município com características industriais. Em 1975 foi inaugurada a Nuclep, em 1976 a Usina de Itaguaí, em 1987 foi iniciado o Programa Nacional de Petroquímica para o período de 1987 a 1995. Atualmente esta sendo desenvolvido o Projeto do Porto de Sepetiba que visa transformar o atual porto no maior porto da América Latina.</p><p>&nbsp;</p><p><em>Fonte:  Explore Brasil</em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/itaguai/historia-de-itaguai-rj/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>História de Guapimirim &#8211; Rj</title><link>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/guapimirim/historia-de-guapimirim-rj/</link> <comments>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/guapimirim/historia-de-guapimirim-rj/#comments</comments> <pubDate>Sun, 26 Jun 2011 03:57:29 +0000</pubDate> <dc:creator>Erika</dc:creator> <category><![CDATA[Guapimirim]]></category> <category><![CDATA[História da Baixada]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://portal.baixadaon.com.br/?p=1475</guid> <description><![CDATA[Conheça a história da cidade.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://portal.baixadaon.com.br/wp-content/uploads/history.png" class="thickbox"><img
class="size-full wp-image-2468 alignleft" title="História" src="http://portal.baixadaon.com.br/wp-content/uploads/history.png" alt="História" width="128" height="128" /></a>Até o século XVII, Guapimirim era habitada pelos índios timbiras e tamoios, que, com a chegada dos portugueses, subiram a serra e descobriram o Rio Guapi-Mirim. Os primeiros vestígios de colonização deram-se com a concesSão de sesmarias, logo após a expulSão dos franceses do Rio de Janeiro. Nossa Senhora D&#8217;Ajuda de Aguapei-Mirim foi seu primeiro nome, quando fundada em 1674. Era passagem obrigatória para quem se dirigisse à Serra dos Órgãos.</p><p>A História de Guapimirim está relacionada com a de Magé, município do qual se emancipou recentemente. Data dos primeiros tempos coloniais do Brasil o desbravamento da região de Magé. Em 1565, Simão da Mota edificou sua moradia no Morro da Piedade, próximo do qual, ainda hoje, existe o porto de mesmo nome, a poucos quilômetros da atual sede municipal.</p><p>Alguns anos depois, Simão da Mota, com outros portugueses e iNúmeros escravos, transferiu-se para a localidade Magepe-Mirim, de onde se originou a atual cidade de Magé. A povoação foi elevada à categoria de freguesia em 1696. Próximo dali também desenvolveu-se, a partir de 1643, a localidade de Nossa Senhora da Guia de Pacobaíba, reconhecida como freguesia em 1755.</p><p>Devido ao esforço dos colonizadores e à fertilidade do solo, ambas Magepe-Mirim e Guia de Pacobaíba gozaram de uma situação invejável no período colonial. Tanto numa quanto noutra, o elemento negro, introduzido em grande número, muito contribuiu para o desenvolvimento da agricultura e elevação do nível econômico local. Em 1789, Magé foi elevada à categoria de vila, com território constituído de terras desmembradas do município de Santana de Macacu e da cidade do Rio de Janeiro, inclusive as ilhas do arquipélago de Paquetá, na Baía de Guanabara. Em 1857, foram-lhe atribuídos foros de cidade.</p><p>Para que se avalie a importância desse município, durante o segundo império foi construída em suas terras a primeira estrada de ferro da América do Sul. Inaugurada em 1854, a Estrada de Ferro Mauá ligava as localidades de Guia de Pacobaíba e Fragoso, numa extenSão de 14,5km. D. Pedro II, quando passou pelo lugar, ficou tão impressionado com sua beleza natural que criou um pedágio a ser cobrado de todo visitante que desejasse ver o local, hoje conhecido como Barreira.</p><p>Com a abolição da escravatura, houve considerável êxodo dos antigos escravos, ocasionando terrível crise econômica. Esse fato, aliado à insalubridade da região, fez com que desaparecessem as grandes plantações, periódicas ou permanentes. O abandono das terras provocou a obstrução dos rios que cortam quase toda a baixada do território municipal, alagando-a. Daí originou-se o grassamento da malária, que reduziu a População local e paralisou por várias décadas o desenvolvimento econômico da região.</p><p>Por ocasião da inauguração da Estrada de Ferro Teresópolis, ocorrida em 19 de setembro de 1908, a região alça grande impulso econômico pois passa a ter condições de transportar para grandes centros toda a sua produção agrícola, culminando com a construção, em 1926, da Estação Ferroviária de Guapimirim e, a partir dela, das primeiras edificações urbanas.</p><p>Guapimirim alcança sua emancipação através da Lei Estadual n.º 1.772, de 21 de dezembro de 1990, e a instalação deu-se em 01 de janeiro de 1993.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/guapimirim/historia-de-guapimirim-rj/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>História de Duque de Caxias &#8211; Rj</title><link>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/duque-de-caxias/historia-de-duque-de-caxias-rj/</link> <comments>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/duque-de-caxias/historia-de-duque-de-caxias-rj/#comments</comments> <pubDate>Sun, 26 Jun 2011 03:53:52 +0000</pubDate> <dc:creator>Erika</dc:creator> <category><![CDATA[Duque de Caxias]]></category> <category><![CDATA[História da Baixada]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://portal.baixadaon.com.br/?p=1456</guid> <description><![CDATA[Conheça a história da cidade.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><span
style="font-family: Verdana;"><a
href="http://portal.baixadaon.com.br/wp-content/uploads/history.png" class="thickbox"><img
class="size-full wp-image-2468 alignleft" title="História" src="http://portal.baixadaon.com.br/wp-content/uploads/history.png" alt="História" width="128" height="128" /></a>Em 1566 iniciou-se o povoamento da área que hoje constitui o município, em terras doadas a Martin Afonso de Souza, após a expulsão dos franceses do Rio de Janeiro. Os primeiros colonos fixaram-se nos vales dos rios Sarapuí, Meriti, Iguaçú e Estrela, e nas terras situadas entre o mar e a orla das serras. Em todo o período colonial desenvolveram-se fazendas, engenhos e cultivos nas terras muito férteis geradas pelo humus das florestas.</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">Entre os anos de 1779 e 1789 foram formadas as &#8220;Freguesias&#8221;da Capitania do Rio de Janeiro, que eram organizações políticas que floresceram desde o período colonial até o início da república e que indicavam que um povoado estava pronto a constituir-se município.</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">Em 1886 foi inaugurado o trecho ferroviário da &#8220;The Rio de Janeiro Northern Railway&#8221;, ligando a cidade do Rio de Janeiro à estaçao de Meriti, estação esta que originou o povoado que seria o embrião do atual município de Duque de Caxias.</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">Nesta época o povoado de Meriti era apenas um centro de escoamento de umas poucas propriedades rurais semi-abandonadas, cujos colonos, lutando contra a malária, se dedicavam ao fabrico de carvão e à extração de lenha. Com a expansão da epidemia de malária e a assinatura da Lei Aurea, em 1888, houve um abandono da mão de obra negra das fazendas e engenhos de cana.</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">Além disto, a devastação da mata causou empobrecimento e erosão dos solos, obstrução dos rios , cujo extravasamento causou a formação dos pântanos, e consequentemente intensificou a proliferação do mosquito transmissor da malária, e por fim o abandono total das terras.</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">O combate às doenças endêmicas, as obras de saneamento, com desobstrução de rios e abertura de canais, contribuíram para reversão deste quadro e a abertura da Rodovia Rio-Petrópolis , em 1928 estimulou ainda mais o crescimento do povoado de Meriti.</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">Em 1931 foi criado o Distrito de Caxias, com sede no povoado gerado pela antiga estação Meriti, e formado com uma parcela do território desmembrado do Distrito de Meriti. Em 1943, por intermédio do Decreto-Lei Nº 1956, o Distrito de Caxias foi elevado a categoria de Município, passando sua sede a chamar-se Cidade de Duque de Caxias.</span></p><p><strong><span
style="font-family: Verdana;">Localização e características geográficas</span></strong></p><p>&nbsp;</p><p><span
style="font-family: Verdana;">O município de Duque de Caxias está localizado na Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro, e juntamente com os municípios de Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Queimados e Nilópolis conformam uma região comumente chamada de Baixada Fluminense, que se caracteriza pela grande concentração de pobreza e de carencia de infra-estrutura urbana.</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">A área total do município é de 442 Km2, correspondendo a 6,8% da área da Região Metropolitana e a 35% da área da Baixada Fluminense. Tem como limites, ao norte os municípios de Miguel Pereira e Petrópolis, ao sul o município do Rio de Janeiro, a leste o município de Magé e a Baía de Guanabara, e a oeste os municípios de São João de Merití e Nova Iguaçu.</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">Os pontos extremos do município são definidos, segundo Lazaroni em &#8220;O Município de Duque de Caxias&#8221;, ao norte pelo alto da Pedra Riscada, na Serra da Estrela, ao sul pela foz do rio Meriti, a leste pela confluência do rio Imbariê com o rio Estrela e a oeste pela confluência do ribeirão das Piabas com o rio Otum.</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">Situa-se a 19 metros do nível do mar, sendo que cerca de 65% de seu território é constituído por planície, que se estende desde o rio Meriti até o rio Estrela, a partir da orla da baía de Guanabara até a base da serra do Mar. Aí estão contidas grandes áreas alagadiças resultantes do assoreamento dos cursos d’água que cortam estas terras baixas, como os rios Sarapuí, Iguaçu e Meriti, além de outros de importância mais restrita, como os rios Capivarí, Tinguá, Pilar, Saracuruna e Estrela. O clima é úmido, típico da baixada litorânea tropical quente, sendo mais ameno nas áreas mais montanhosas. (Secretaria Municipal de Planejamento de Duque de Caxias, 1992).</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">Duque de Caxias apresenta uma série de problemas ambientais que, segundo a FEEMA, 1990/1991, foram classificados em:</span></p><p>&nbsp;</p><p><strong> </strong><span
style="font-family: Verdana;">. <span
style="text-decoration: underline;">críticos:</span> eficiência de sistemas de esgoto sanitário, degradação de áreas de preservação, deficiência de cobertura arbórea, precárias condições de vida, vetores, favelização e subhabitação, refúgios de flora e fauna ameaçados, risco de acidentes, poluição de águas, inundações e enchentes, resíduos sólidos, poluição do ar, assoreamento de corpos de água, poluição de praias, aterros de corpos d’água, vazamento e lançamento de óleo;</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">. <span
style="text-decoration: underline;">semicríticos</span> : erosão do solo, ocupação de encostas e poluição sonora;</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">. <span
style="text-decoration: underline;">em estado de alerta</span>: agrotóxicos, loteamento em áreas frágeis, deslizamentos e mineração.</span></p><p>&nbsp;</p><p><strong><span
style="font-family: Verdana;">Organização político-administrativa</span></strong></p><p>&nbsp;</p><p><span
style="font-family: Verdana;">Segundo a Secretaria Municipal de Planejamento, o município está dividido em quatro Distritos, quais sejam:</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">. 1º Distrito : Duque de Caxias</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">. 2º Distrito : Campos Elíseos ( Distrito Sede)</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">. 3º Distrito : Imbariê</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">. 4º Distrito : Xerém</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">O Primeiro Distrito, Duque de Caxias, com características de área predominante urbana, ocupa 41 Km2, está situado ao sul, estando constituído pelos seguintes bairros: Centro, Gramacho, Olavo Bilac, Bar dos Cavaleiros, Parque Duque, Jardim 25 de Agosto, Vila São Luís, Dr. Laureano, Periquitos e Parque Sarapuí.</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">O Segundo Distrito, Campos Elísios, ocupando uma área de 98 Km2 na região centro-oeste do município, também apresenta características de área predominantemente urbana, compreendendo os seguintes bairros: Campos Elíseos (sede), Jardim Primavera, Saracuruna, parte de Santa Cruz da Serra, Parque Fluminense, Pilar, Vila São José, São Bento, parte da Cidade dos Meninos, Figueira, Cangulo, parte da Chácara Rio-Petrópolis e Arcompo, e parte do Parque Eldorado.</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">O Terceiro Distrito, Imbariê, situado à nordeste do município, com cerca de 64 Km2, e ocupado por grandes áreas rurais, abrange os seguintes bairros: Imbariê (sede), Parada Angélica, parte de Sta. Cruz da Serra, parte de Sto. Antônio , parte do Meio da Serra, Parada Morabí, Jardim Anhangá, Cidade Parque Paulista, Bairro Branco, Santa Lúcia e Taquara.</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">O Quarto e último Distrito, Xerém, a noroeste, possui caracteristícas predominantemente rurais. É o maior dos distritos, ocupando uma área de cerca de 239 Km2 e compreendendo os seguintes bairros: Xerém (sede), Mantiquira, Capivarí, Amapá, parte da Cidade dos Meninos, parte da Chácara Rio-Petrópolis, parte do Parque Eldorado, Lamarão, parte de Sto. Antônio, e parte do Meio da Serra.</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">Segundo ainda a Secretaria Municipal de Planejamento, a ocupação urbana compromete cerca de 37% (163 Km2) da área do território municipal, sendo mais adensada no 1º e 2º distritos, e mais dispersa no 4º Distrito.</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">O 3º e 4º distritos abrigam ainda extensas área de preservação ambiental, quais sejam: Reserva Municipal, ao norte, no 3º e 4º distritos; área de Preservação Ambiental de Petrópolis, ao norte do 3º Distrito e a nordeste do 4º Distrito; Reserva Biológica do Tinguá, ao norte do 4º Distrito; Floresta Protetora da União, ao norte do 4º Distrito, nas proximidades da Barragem de Saracuruna; e os manguezais, que outrora formavam extensas área nos contatos dos rios com a Baía de Guanabara, e que hoje estão restritos às áreas próximas da foz do rio Iguaçu.</span><strong> </strong></p><p>&nbsp;</p><p><strong><span
style="font-family: Verdana;">Características econômicas e sócio-demográficas</span></strong></p><p><span
style="font-family: Verdana;">Duque de Caxias é o segundo pólo industrial da Região Metropolitana e do Estado do Rio de Janeiro, respondendo por 27,1% do valor da produção (VP), sediando aproximadamente 5,2% das empresas do estado e cerca de 6,7% das empresas da Região Metropolitana.</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">A produção industrial do município está fortemente concentrada na indústria química, responsável por 90,7% do VP em 1985. Os demais gêneros respondiam pelos seguintes percentuais: têxtil : 1,5%; vestuário : 0,9%; alimentares : 1,1%; diversos : 1,7%; outros: 4,1%.</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">Abriga a Refinaria de Caxias (REDUC), maior unidade industrial da área do Grande Rio e a Fábrica de Borracha Sintética (FABOR), indústrias que foram de grande importância para o desenvolvimento da região. Em torno da REDUC (produção de combustíveis, nafta, GPL, etc) surgiram uma série de indústrias químicas, algumas de grande porte e associadas à refinaria como a PETROFLEX, NITRIFLEX e outras independentes, além de um conjunto de médias e pequenas empresas produtoras de resinas, tintas, velas, parafinas e outros produtos químicos.</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">Alguns segmentos industriais vêm ganhando importância ultimamente , como é o caso das confecções, indústria moveleira e a de alimentos, de tal forma que atualmente pode-se considerar que, com exceção do complexo da Petrobrás, o parque industrial de Duque de Caxias é formado por médias e pequenas empresas.</span></p><p><span
style="font-family: Verdana;">É considerado como &#8221; Zona de Produção Secundária&#8221; pela Petrobrás em função de procedimentos de escoamento de produção através de ductos situados no 2º Distrito, Campos Elíseos, fazendo portanto parte do conjunto de municípios que têm direito a indenização em função da extração de óleo e gás natural na plataforma continental.</span></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/duque-de-caxias/historia-de-duque-de-caxias-rj/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>História de Belford Roxo</title><link>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/belford-roxo/historia-de-belford-roxo/</link> <comments>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/belford-roxo/historia-de-belford-roxo/#comments</comments> <pubDate>Sat, 25 Jun 2011 20:47:47 +0000</pubDate> <dc:creator>Erika</dc:creator> <category><![CDATA[Belford Roxo]]></category> <category><![CDATA[História da Baixada]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://portal.baixadaon.com.br/?p=1452</guid> <description><![CDATA[Conheça a história da cidade.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://portal.baixadaon.com.br/wp-content/uploads/history.png" class="thickbox"><img
class="size-full wp-image-2468 alignleft" title="História" src="http://portal.baixadaon.com.br/wp-content/uploads/history.png" alt="História" width="128" height="128" /></a>Foi a partir de 1556, que a colonização portuguesa chegou à Baixada Fluminense, usando os rios Iguaçu e Sarapuí. Os índios tupinambás chamavam a região de “Ipuera” (o que foi água), os portugueses chamavam de “brejo” (terreno alagadiço, pântano).</p><p>Com o descobrimento do Brasil e a posterior implantação de sistema de capitanias hereditárias, as terras que hoje constituem o município de Belford Roxo couberam a Martin Afonso de Souza, o donatário de São Vicente como o estabelecimento da sede da capitania ficou ao sul, as costas setentrionais foram abandonadas à cobiça dos franceses aliados aos índios Tamoios.</p><p>Foi a partir da metade do século XVI que os colonizadores portugueses foram se estabelecendo pelos vales dos rios Iguaçu, Meriti, Sarapuí, Pilar, jaguaré e outros, atraídos pela fertilidade da terra e pelos meios de comunicação fluvial. Através das doação de sesmarias e da criação de freguesias, estas terras foram sendo colonizadas. A freguesia era o distrito de uma paróquia, um pequeno arraial, que surgia devido aos fazendeiros, senhores de engenhos, que os construir a igreja para o cultivo da fé.</p><p>As terras que faziam parte das freguesias de Santo Antônio de Jacutinga e a de São João de Meriti, abrange a região que hoje constituem o Município de Belford Roxo e pertenciam à Vila de Iguaçu (decreto de Nicolau Pereira de Campos Vergueiro, 15/01/1883).</p><p>A Fazenda do Brejo, a fazenda do Coronel e seus proprietários<br
/> Apesar da colonização da Baixada Fluminense em 1566, somente em 1739 é que nas pesquisas aparece como o proprietário da Fazenda do Brejo, Cristovão Mendes Leitão, que procedeu a demarcação de limites como os confrontantes (na época chamados beireós), A Fazenda do Brejo teve vários donos. Um deles foi o Barão de Jacutinga.</p><p>Em 1815, o padre Miguel Arcanjo Leite, que era proprietário das terras, em apenas um ano vendeu-se ao Visconde de Barbacena, cujo nome era Felisberto Caldeira Brandt, descendente do Marques de Barbacena. Em 1815, Visconde de Barbacena vende suas terras e benfeitorias ao comendador Manoel José Coelho da Rocha _ comendador agraciado com a Ordem da Rosa, por serviçosprestados.</p><p>Com a morte do Comendador em 1862, a Fazenda do Brejo foi repartida entre seus herdeiros. Em 1875, uma das herdeiras do Comendador, Maria Angélica de Macedo Coelho da Rocha, adquiriu todas as partes e a terra foi novamente unificada. Esta, após sua morte, passou a seu filho Manoel Coelho da Rocha (neto). Manoel Coelho da Rocha (neto), muito fez pela vila que timidamente surgia.</p><p>Em 1872, doou a Inspetoria de Água uma faixa de terra com 30 metros de largura, em toda a extensão entre Belford Roxo e São João de Meriti, para assentamento das adutoras e leito da ferrovia.</p><p>Em 08 de julho de 1880, já sócio capitalista da firma Carvalho &amp; Rocha, doou à vila uma caixa d’água, com capacidade para abastecer 500 pessoas e um chafariz, concedendo assim, água ao povo do Brejo.</p><p>Os filhos de Manoel Coelho da Rocha (neto), o exemplo de seus antepassados, mantiveram o mesmo interesse pelo progresso da localidade. Trabalharam para a instalação de luz elétrica, incentivaram o transporte ferroviário, principalmente o aumento de comodidade nos trens de passageiros, promoveram visitas de autoridades, na procura de ajuda e proteção local.</p><p>Posteriormente, a fazenda pertenceu a Dona Altair Coelho da Rocha Denys, que era trineta do Comendador Manoel José Coelho da Rocha. Atualmente, o remanescente da fazenda encontra-se incorporado ao campus da Associação Brasileira de Ensino Universitário.</p><p>O nome de Belford Roxo foi herdado do engenheiro maranhense Raimundo Teixeira Belfort Roxo (como “t” mesmo). Raimundo contribuiu muito a serviço das obras que levaram água ao Rio de Janeiro, na estiagem de 1888. Sem água a Corte Portuguesa contratou o engenheiro Paulo de Frontin foi contratado para captar 15 milhões de litros de água e conseguiu o feito em apenas seis dias.</p><p><strong>Significado do Nome</strong></p><p>Seu nome é uma homenagem ao Inspetor Geral de Obras Públicas- Raymundo Teixeira Belford Roxo, que muito colaborou na seca de 1888.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Aniversário da Cidade</strong></p><p>3 de Abril de 1990</p><p><strong> CARACTERÍSTICAS</strong></p><p>Município caracterizado pelo forte contingente populacional, Belford Roxo tem na indústria química e na metalurgia sua principal base econômica. É Cidade-dormitório de uma grande massa de empregados que trabalham na Cidade do Rio de Janeiro. Localizada às margens da rodovia BR0-116 (Rio-São Paulo), é servida pela malha ferroviária suburbana do Rio de Janeiro e por uma infinidade de linhas de ônibus que ligam o centro da metrópole aos seus bairros populares. Tem grandes carências, tanto no que se refere à infra-estrutura urbana, quanto na área social. Seus elevados índices de violência refletem diretamente essas carências. Sua Padroeira é Nossa Senhora da Conceição.</p><p><strong>Clima</strong></p><p>Quente</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Temperatura Média</strong></p><p>27ºC</p><p><strong> COMO CHEGAR</strong></p><p>Partindo do Rio de Janeiro: BR-116 (Via Dutra).</p><p><strong>Localização</strong></p><p>Município da Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro</p><p><strong>Limites</strong></p><p>&nbsp;</p><div><p>Duque de Caxias, São João de Meriti e Nova Iguaçu.</p></div><p>&nbsp;</p><p><strong>Distâncias</strong></p><p>&nbsp;</p><p>35Km da Capital</p><p><strong> TURISMO</strong></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Principais Pontos Turísticos</strong></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong><em>Vila Olímpica</em></strong></p><p>Localização: Nova Piam</p><p><strong><em>Bica da Mulata</em></strong></p><p>Bica fundida no tempo do império, é uma estátua de ferro com traços renascentistas. Marcou o início da água potável no Município e simboliza a Deusa das Águas.<br
/> Localização: Praça Getúlio Vargas, Centro.</p><p><strong><em>Fonte Rosa</em></strong></p><p>Localização: Bairro Santa Maria</p><p><strong><em>Monumento à Bíblia</em></strong></p><p>Localização: Praça Getúlio Vargas, Centro</p><p><em><strong>Parada de Ônibus</strong></em></p><p>Construção em estilo colonial, lembra as antigas paradas<br
/> Localização: Santa Amélia</p><p><strong><em>Praça Mário Pereira Guedes</em></strong></p><p>Praça com quiosque, teatro de arena, coreto, pista de skate e parque de diversão<br
/> Localização: Parque São Vicente.</p><p><strong><em>Igreja de Nossa Senhora da Conceição</em></strong></p><p>Construção da década de 50, é patrimônio de Belford Roxo. Localiza-se no alto da torre da igreja, em céu aberto.<br
/> Localização: Rua Padre José Best, 701</p><p><strong> EVENTOS</strong></p><p><strong><em>Festa de Aniversário do Município</em></strong></p><p><strong>Data:</strong> 3 de Abril</p><p><strong><em>Festa da Padroeira Nossa Senhora da Conceição</em></strong></p><p><strong>Data:</strong> 8 de Dezembro</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Informações Úteis</strong></p><p>&nbsp;</p><p>Prefeitura Municipal de Belford Roxo</p><p>(21)- 2103-6853</p><p>Banco HSBC</p><p>&nbsp;</p><p>R Joao Fernandes Neto 240</p><p>Centro &#8211; Belford Roxo &#8211; rj</p><p>Fone: (0xx21)2662-0543</p><p>Cep:26130-050</p><p>Funcionamento: 10:00h às 16:00h</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/belford-roxo/historia-de-belford-roxo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>História de São João de Meriti &#8211; RJ</title><link>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/sao-joao-de-meriti/historia-de-sao-joao-de-meriti-rj/</link> <comments>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/sao-joao-de-meriti/historia-de-sao-joao-de-meriti-rj/#comments</comments> <pubDate>Fri, 17 Jun 2011 22:29:18 +0000</pubDate> <dc:creator>Erika</dc:creator> <category><![CDATA[História da Baixada]]></category> <category><![CDATA[São João de Meriti]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://portal.baixadaon.com.br/?p=1202</guid> <description><![CDATA[Conheça a história da cidade.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://portal.baixadaon.com.br/wp-content/uploads/history.png" class="thickbox"><img
class="size-full wp-image-2468 alignleft" title="História" src="http://portal.baixadaon.com.br/wp-content/uploads/history.png" alt="História" width="128" height="128" /></a>Localizada na Baixada Fluminense, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, a cidade de São João de Meriti já foi conhecida por outros dois nomes: São João Batista de Trairaponga e São João Batista de Meriti. O território que forma hoje a cidade era banhado pelos Rios Miriti e Sarapuí, que tiveram suas origens em uma sesmaria doada a Brás Cubas.</p><p>Ao lado das muitas fazendas existentes, os rios Miriti e Sarapuí eram as principais vias de transporte das mercadorias que eram produzidas. Em suas margens haviam 14 portos, todos com um grande serviço de canoagem. Nessa época, a região era um importante produtor de milho, mandioca, feijão e açúcar. Esses produtos eram levados aos portos do Rio de Janeiro para serem consumidos e exportados para a Europa.</p><p>Em 1833, o povoado de Iguassú é elevado à categoria de Vila e a Freguesia de São João Batista de Meriti passou a integrar aquela jurisdição como seu 4º Distrito. Em 1875, teve início a construção da Igreja de São João Batista de Meriti, no local onde hoje ainda se encontra. Vale mencionar, que nesse período, a presença das capelas e igrejas numa determinada região, demonstrava a importância que aquele território representava perante o poder secular e o poder eclesiástico.</p><p>Devido a dificuldade de se encontrar mão-de-obra disponível, as grandes fazendas vão sendo fracionadas em sítios e chácaras fazendo surgir na região uma grande quantidade de pequenos proprietários, que acabaram por desenvolver atividades da fruticultura e hortigranjeiros para abastecer a cidade do Rio de Janeiro.</p><p>As terras que conhecemos hoje como São João de Meriti, cortadas pelo Rio Sarapuí, Rio Miriti e Rio Pavuna, eram conhecidas antes como Freguesia de Meriti. A vila de São João de Meriti fazia parte da vila de Maxabomba, atual Nova Iguaçu. No início da década de 1940, a região contava com uma população que não ultrapassava os 25 mil habitantes, distribuída em torno da Igreja da Matriz, nas margens do Rio Pavuna, próximo aos leitos das ferrovias em Engenheiro Belford, São Matheus, Éden, Vila Rosali e Coqueiros.</p><p>Quando Caxias se emancipou em 1943, incorporou a região como seu 2º Distrito. O mundo ainda sentia os efeitos do fim da Segunda Guerra Mundial quando, em 1947, ocorreu a emancipação política e administrativa do nosso município, sendo criada assim, a cidade de São João de Meriti, por meio da Lei nº 6, através do Projeto nº 132/47, do Deputado Lucas Andrade Figueira. De lá pra cá, o município teve momentos de expansão e de retração no desenvolvimento.</p><p>Atualmente, o Governo Municipal tem desenvolvido parcerias com os Governos Federal e Estadual, trazendo muitos projetos e um conjunto de ações que começaram a escrever um novo capítulo na história da cidade.</p><h2>Datas Comemorativas</h2><p>24 de junho &#8211; Padroeiro da cidade (São João Batista)</p><p>21 de agosto &#8211; Emancipação de São João de Meriti</p><h2>PREFEITOS</h2><p>Esta é uma lista dos administradores de São João de Meriti, incluindo interventores e prefeitos nomeados ou eleitos diretamente.</p><p>1947 &#8211; Aníbal Viriato de Azevedo</p><p>1947 &#8211; 1951 &#8211; José dos Campos Manhães</p><p>1951 &#8211; Plácido de Figueiredo</p><p>1952 &#8211; Oswaldo Marcondes de Medeiros</p><p>1952 &#8211; Alberto Rocha Possa</p><p>1952 &#8211; Miguel Archanjo de Medeiros</p><p>1952 &#8211; 1955 &#8211; Elpídio Esteves Salles</p><p>1955 &#8211; Miguel Archanjo de Medeiros</p><p>1955 &#8211; Waldemiro Proença Ribeiro</p><p>1955 &#8211; 1959 &#8211; Domingos Corrêa da Costa</p><p>1959 &#8211; 1963 &#8211; Ário Woltz Theodoro</p><p>1963 &#8211; 1967 &#8211; Domingos Corrêa da Costa</p><p>1967 &#8211; 1968 &#8211; José de Amorim Pereira</p><p>1968 &#8211; 1970 &#8211; Alzira dos Santos da Silva</p><p>1970 &#8211; José de Amorim Pereira</p><p>1970 &#8211; 1971 &#8211; João Batista Barreto Lubanco</p><p>1971 &#8211; 1973 &#8211; Alayr Moreira Dias</p><p>1973 &#8211; 1977 &#8211; Denoziro Afonso</p><p>1977 &#8211; Juary Silva</p><p>1977 &#8211; 1982 &#8211; Celestino dos Santos Cabral</p><p>1982 &#8211; 1983 &#8211; Ramiro Martins Lucas</p><p>1983 &#8211; Manoel Valência Opasso</p><p>1983 &#8211; José Cláudio da Silva</p><p>1984 &#8211; Manoel Valência Opasso</p><p>1984 &#8211; 1989 &#8211; José Cláudio da Silva</p><p>1989 &#8211; 1993 &#8211; José de Amorim Pereira</p><p>1993 &#8211; 1996 &#8211; Adilmar Arcêncio dos Santos</p><p>1996 &#8211; Jonas Peixoto da Silva</p><p>1997 &#8211; 2004 &#8211; Antônio Pereira Alves de Carvalho</p><p>2005 &#8211; 2008 &#8211; Uzias Mocotó</p><p>2009 &#8211; 2012 &#8211; Sandro Matos</p><h2>BAIRROS DE SÃO JOÃO DE MERITI</h2><ul><li>Agostinho Porto</li><li>Centro</li><li>Coelho da Rocha</li><li>Éden</li><li>Engenheiro Belford</li><li>Grande Rio</li><li>Jardim Meriti</li><li>Jardim Metrópole</li><li>Jardim Sumaré</li><li>Parque Alian</li><li>Parque Analândia</li><li>Parque Araruama</li><li>Parque Novo Rio</li><li>Parque Tietê</li><li>São Matheus</li><li>Tomazinho</li><li>Venda Velha</li><li>Vila Norma</li><li>Vila Rosali</li><li>Vila Tiradentes</li><li>Vilar dos Teles</li></ul><p>&nbsp;</p><p>Fonte: Prefeitura de São João de Meriti</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://portal.baixadaon.com.br/cidades-da-baixada-fluminense/sao-joao-de-meriti/historia-de-sao-joao-de-meriti-rj/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
